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Hans Bahaung’s Three Ages of Woman and Death
 When observed under x-rayes, it became known that the painting had been altered depicting the original death having an extra pair of upper-limbs

Hans Bahaung’s Three Ages of Woman and Death

 When observed under x-rayes, it became known that the painting had been altered depicting the original death having an extra pair of upper-limbs

      Swans \ Michael Gira

      Swans \ Michael Gira

"Mas é exatamente nesse frígido e repugnante semi-desespero, nesta semi-crença, neste consciente enterrar-se vivo, por aflição, no subsolo, por quarenta anos; nesta situação intransponível criada com esforço e, apesar de tudo, um tanto duvidosa, em toda esta peçonha dos desejos insatisfeitos que penetraram no interior do ser; em toda esta febre das vacilações, das decisões tomadas para sempre e dos arrependimentos que tornam a surgir um instante depois, em tudo isso é que consiste o sumo daquele estranho prazer de que falei."
  Fiodór Dostoiévski
"In Lovecraft’s prose, the Shoggoths are the alterity of alterity, the species-of-no-species, the biological empty set. When they are discovered to still be alive, they are described sometimes as formless, black ooze, and sometimes as mathematical patterns of organic “dots,” and sometimes as a hurling mass of viscous eyes. Formless, abstract, faceless."
 Eugene Thacker - In the Dust of This Planet: Horror of Philosophy vol. 1
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  Heretics Fork:A medieval torture device which consisted of a two-sided fork. A person wearing it couldn’t fall asleep. The moment their head dropped with fatigue, the prongs pierced their throat or chest, causing great pain. This very simple instrument created long periods of sleep deprivation, which made confessions more likely. 

  Heretics Fork:A medieval torture device which consisted of a two-sided fork. A person wearing it couldn’t fall asleep. The moment their head dropped with fatigue, the prongs pierced their throat or chest, causing great pain. This very simple instrument created long periods of sleep deprivation, which made confessions more likely. 

"Por que há tão poucas pessoas interessantes? Em milhões, por que não há algumas? Devemos continuar a viver com esta espécie insípida e tediosa (…) O problema é que tenho que continuar a me relacionar com eles. Isto é, se eu quiser que as luzes continuem acesas, se eu quiser consertar esse computador, se eu quiser dar a descarga na privada, comprar um pneu novo, arrancar um dente ou abrir a minha barriga, tenho que continuar a me relacionar. Preciso dos desgraçados para as menores necessidades, mesmo que eles mesmos me causem horror. E horror é uma gentileza."
  Charles Bukowski, O capitão saiu para o almoço e os marinheiros tomaram conta do navio.

   Face to Face: Entrevista com Carl Gustav Jung, BBC 1959

Entrevista realizada com o psicólogo suíço Carl Gustav Jung em sua residência, na cidade de Zurique, Suíça.

  Destaco do diálogo aos 30:30:

Jung: (…) Uma coisa é certa; uma grande mudança de nossa atitude psicológica é iminente. Isso é certeza.

Freeman: E porquê?

Jung:  Porque precisamos de mais, precisamos de mais psicologia. Nós precisamos de um entendimento maior da natureza humana, porque o único perigo real existente é o próprio homem. Ele é o grande perigo, e lamentavelmente não temos consciência disso. Não sabemos nada sobre o homem,  sabemos muito pouco. Sua psique deveria ser estudada, pois somos a origem de todo o mal vindouro.

Solstício de Inverno – “Ave Solis Invicti”!

   Simbolicamente, a ligação da Terra com o Sol, que é dança da vida, pode ser definida por quatro grandes momentos, dois solstícios e dois equinócios. A união desses quatro pontos, num círculo que representa a natural rotação do tempo – a sua roda –, projecta a imagem de uma cruz, a recta que une os equinócios cruza a que une os solstícios.

Se o Inverno é a estação da escuridão, do frio e da austeridade, o seu solstício, paradoxalmente, representa o triunfo da luz e o renascimento perpétuo. Daí em diante, depois da mais longa noite, prolongar-se-ão progressivamente os dias, crescerá o sol, e a partir desse renascimento conquistará sempre mais espaço, num percurso ascendente; rumo ao alto.

O fogo, fonte de luz e energia, natural exaltação desse Sol Invicto – no seu combate eterno com as trevas –, surge, desde os tempos ancestrais, como elemento central nos rituais dos solstícios por toda a Europa, das regiões eslavas ao extremo ibérico. Quando essa noite mais longa chegava era o fogo que deveria arder até que a alvorada despontasse e o abraçasse… triunfante, cumprido que estava o seu propósito: representar o revigoramento interior do homem – o espírito; e a afeição à comunidadeo sangue.